domingo, 24 de março de 2013

Macaco Muriqui é candidato oficial a mascote das Olimpíadas 2016

Apoie também a candidatura do muriqui para mascote dos
Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.

O simpático macaco muriqui (em tupi, “povo manso da floresta”), forte candidato a mascote nas Olimpíadas de 2016, está seriamente ameaçado de extinção. A espécie sofre com a caça esportiva e para o consumo humano. O maior primata das Américas é endêmico do Brasil e encontrado em grande parte da Mata Atlântica, mais precisamente no Estado do Rio de Janeiro.


Além da carne do muriqui (que já foi muito apreciada para o consumo humano no passado), a redução drástica dos indivíduos aconteceu, principalmente, pela extração do palmito-juçara (que mesmo proibida há duas décadas ainda é muito comum em grandes áreas de São Paulo e do Rio), considerado uma das bases de sua alimentação.

Afora a destruição do habitat, a caça e a introdução de doenças (pelo contato com os caçadores), outro motivo levou os animais a figurar na lista elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) foi também a baixa taxa de reprodução. Este é o caso do muriqui-do-norte (Brachyteles hypoxanthus), que está na posição de “criticamente em perigo”. Com uma gestação de 210 a 255 dias, a fêmea muriqui tem seu primeiro filhote somente depois dos oito anos de vida.

Conservação

Além do muriqui-do-norte, que vive no Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo e já está extinto na Bahia e em Sergipe, há o muriqui-do-sul (Brachyteles arachnoides), espécie que habita o Paraná, São Paulo e sul do Rio de Janeiro. A única diferença entre as duas espécies é que o muriqui-do-norte tem o rosto despigmentado e um polegar pouco útil.

Os muriquis, reduzidos a pouco mais de três mil indivíduos, sobrevivem atualmente em parques estaduais e nacionais. Apesar da caça existir até hoje, há avanços nos esforços de conservação. O Plano de Ação Nacional dos Muriquis, por exemplo, propõe estratégias para proteger a espécie.

Outra proposta é a criação de um corredor ecológico ligando duas reservas de proteção da Mata Atlântica em São Paulo, possibilitando que os muriquis se espalhem por uma área maior. O projeto pretende ainda implantar trilhas para que turistas e visitantes tenham mais proximidade com os primatas, ávidos por quem os abrace.
FONTE: http://www.terradagente.com.br/NOT,0,0,597752,Muriqui+e+candidato+a+mascote+das+Olimpiadas.aspx


Quer conhecer melhor o muriqui ? Clique aqui.
http://youtu.be/akL5VsMEjNY

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Mapas de Guaçuí : Distritos e Hidrografia

Devido à procura de alguns professores amigos, e à dificuldade de encontra-los, estou postando alguns mapas políticos e hidrográficos de nosso município. Se não atender ao interesse, pode entrar em contato que estudaremos a melhor forma de atendê-los.









Todo material postado no Blogger pode ser copiado, favor indicar a fonte.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

MORFOMETRIA E QUALIDADE DA ÁGUA EM MICROBACIAS DO MUNICÍPIO DE GUAÇUÍ-ES

Dissertação apresentada à Universidade Federal do Espírito Santo, como parte das exigências do Programa de Pós-Graduação em Produção Vegetal, para obtenção do título de Mestre em Produção Vegetal, Aprovada em 27 de fevereiro de 2012.


COMISSÃO EXAMINADORA


Prof. Dr. Alexandre Cândido Xavier (Universidade Federal do Espírito Santo)
Prof. Dr. Roberto Avelino Cecílio (Universidade Federal do Espírito Santo)
Prof. Dr. Otacílio José Passos Rangel (Instituto Federal do Espírito Santo)


* Os interessados em conhecerem a pesquisa, entrar em contato pelo e-mail: gomes.jb@hotmail.com  
http://www.slideshare.net/jb1961/morfometria-e-qualidade-da-gua-em-microbacias-do#

 
RESUMO


No cenário mundial, a água passou a se tornar progressivamente um recurso disputado, tanto pela sua disponibilidade quantitativa, quanto qualitativa, para os mais diferentes usos. O acesso à água de boa qualidade deve ser garantido a todos os habitantes do planeta como direito básico de todos os seres vivos. O objetivo do estudo foi avaliar a morfometria e a qualidade da água superficial em microbacias no município de Guaçuí, localizado no sul do Estado do Espírito Santo, na Região da Serra do Caparaó. Foram selecionadas 10 microbacias da bacia do Ribeirão de São Tiago. Para o mapeamento e análise morfométrica das microbacias, foram utilizadas Ferramentas de Sistema de Informações Geográficas (SIGs). Para validação dos mapas usou-se a medida Kappa. Avaliaram-se 16 parâmetros físico, químicos e
biológicos para determinar a qualidade da água e compará-los com os limites permitidos pela legislação. As coletas aconteceram entre os meses de setembro/2010 a agosto/2011 nos períodos de chuva e estiagem. A análise morfométrica mostrou que a bacia não está sujeita a enchentes e que sua declividade influencia na qualidade da água. As amostras analisadas mostraram que os parâmetros Sólidos Suspensos nas bacias com área agrícola, pastagens, café, frutas e hortaliças (AG), 10% apresentam uso moderado de uso e Turbidez, nas bacias de uso misto, agricultura e vegetação nativa (MC) apresentam 20% com uso inadequado para a agricultura. Nas bacias mistas (MC), período das chuvas, os níveis de potássio ficaram acima do recomendado para agricultura. As análises mostraram que o parâmetro coliforme termotolerante está fora dos limites recomendados pelo Ministério da Saúde para consumo humano.

Palavras-chave: Morfometria. Qualidade da água. Parâmetro fisico-químico. Bacia

do Ribeirão de São Tiago.

domingo, 16 de setembro de 2012

Ipê amarelo - Tabebuia chrysotricha

Nome científico: Tabebuia chrysotricha

Nomes populares: ipê-amarelo, ipê-tabaco
Origem: Brasil
Família: Bignoniáceas
Luminosidade: sol pleno
Porte: Pode chegar a 8 metros de altura
Clima: quente e úmido
Copa: rala, com diâmetro um pouco maior que a metade da altura
Propagação: Sementes
Solo: fértil e bem drenado
Podas: recomenda-se apenas podas de formação

 Distrito de São Tiago
 Distrito de São Tiago




Originária do Brasil é a espécie de ipê mais utilizada em paisagismo.

Durante o inverno, as folhas do ipê-amarelo caem e a árvore fica completamente despida.
No início da primavera, entretanto, ela cobre-se inteiramente com sua floração amarela, dando origem ao famoso espetáculo do ipê-amarelo florido.
Quanto mais frio e seco for o inverno, maior será a intensidade da florada.



Fonte: www.jardimdeflores.com.br




segunda-feira, 25 de junho de 2012

Ararinha maracanã

Estas Fotos são de Cristina Gorini.








Brigadão pelas fotos. Muito lindas... Essa é a Ararinha maracanã. O nome científico é Ara maracana.
Ela é encontrada no Brasil, mas tembém na Argentina e no Paraguai. O complicado é que essa ararinha não possui dimorfismo sexual e fica difícil identificar qual é o macho e qual é a fêmea. São lindas né. Estão aparecendo bandos em nossa região agora. O Guilherme me falou que da casa dele da para ver de pertinho.
Abraço.

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Confira nossa participação na 22ª Feira do Verde de Guaçuí.

Projetos apresentados na 22ª Feira do Verde de Guaçuí














domingo, 18 de março de 2012

CERTIFICADO DE CRIAÇÃO DE RPPN

Como reconhecimento da ação para a conservação de remanescentes florestais do bioma Mata Atlântica, o Istituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade concede aos proprietários João Batista e Maria Aparecida, Estância São Lucas, Guaçuí-ES, o Certificado abaixo.

RPPN Alimercino Gomes de Carvalho
 Vistoria para reconhecimento -Técnicos do IBAMA

Vistoria para reconhecimento -Técnicos do IBAMA
(no horizonte, ao fundo, a Serra do Caparaó)


 RPPN
 RPPN
 RPPN